TERCEIRO TESTEMUNHO

Logo após a minha conversão, a Goreti e eu decidimo-nos casar e nos primeiros messes de casamento surgiu também a primeira gravidez. A gravidez foi muito complicada, tendo a Goreti sofrido várias ameaças de aborto até que, no sétimo mes deu a luz, portanto, prematuro. A criança nasceu com um problema conhecido pelos médicos como morte aparente. Graças a Deus e uma boa equipe médica com equipamentos bastantes sofisticados foi possível reativar a respiração da criança criança. Veja que até os nossos nomes são inspirados por Deus, pois ele recebeu o nome de Renato - esta palavra siguinifica: nascido de novo, renascido. Após o seu nascimento, Renato continuou com problemas sérios de saúde, tinha bronquite (doença comum em crianças com nascimento prematuro).Quando o Renato completou o seu primeiro ano de idade, a Goreti ingravidou-se pela segunda vêz; esta gravidez, ao contrário da primeira, aconteceu sem nenhum problema de ameaças de abortos, no entanto, quando estava no sexto mês, em um dado momento, estava eu em oração, e senti como que uma voz dentro de mim, que dizia: "esta criança que vocês esperam, não é para voces, mas para mim" - eu sabia que era uma reveleção Divina, e mentalmente, diz: Senhor, se é para Ti, faça a Tua Santa Vontade, mas dê muita força e consolo tanto para mim como para a Goreti; sei que será uma grande provação para nós, mas seja feita a Vossa Vontade. Os três meses restante daquela gestação foi de muita espectativa e ao mesmo de grande perplexidade, sobretudo, porque achei por bem ficar com aquela mensagem, guardada para mim só, não diz nada a ninguém. O parto aconteceu num clima de muita presença de Deus e de Nossa Senhora e ao mesmo tempo de muita tribulação: Nos pegou desprevenidos, pois aconteceu 10 dias antes da previsão médica; os sintomas do parto foram muito repentino; o hospital, que havia sido recomendado pelo médico que acompanhou pré-natal, ficava muito distante de nossa casa; a recomendação médica era devido ao risco da criança nascer com o mesmo problema (morte aparente) que havia nascido o primeiro (caso isto acontecesse e fosse em outro hospital a criança poderia realmente morrer); não dispúnhamos de transporte próprio na época, mas em atenção a um pedido feito à Nossa Senhora pela Goreti, (pediu a Nossa Senhora que providenciasse o transporte para ela ir para a maternidade), então por provedência de Nossa Senhora foi nos enviado um irmão para se hospedar em nossa casa naquela noite, que possuía carro novo e muito veloz. No momento que a Goreti sentiu as primeira contrações, rompeu-se imediatamente a bolsa d`água; começou a grande tribulação: eu pensava que a criança poderia nascer no trajeto da viagem e, aí morrer por falta de cuidados médicos - foi quando fiz uma prece, com muita fé: que Deus fizesse com que chegasse lá, sem que ela viesse dar a luz dentro de um veículo, pois eu não queria ter sentimentos de culpas, se a criança nascesse e morresse por falta de assistência médica. O milagre aconteceu: o parto coorreu 5 minutos após termos chegado no referido hospital. A criança tinha uma beleza extraordinária e qundo me mostraram, eu pensei comigo: só pode ser para Deus mesmo, pois parece um anjo. Realmente, ela nasceu com cardiopatia congênita, os médico nos avisaram, providenciamos o mais breve possível o seu batismo e dez dias após o seu nascimento aconteceu a morte da querida filha - Ana Paula. Mas Deus foi realmente, muito misericordioso conosco; aceitamos com muita fé e Deus atendeu o meu pedido - Ele nos deu muita fortaleza - não tivemos o que reclamar.

Voltamos do sepultamento da Aninha, a Goreti e eu, fomos rapidamente para o hospital com o Renato como uma forte crise de bronquite.

Passamos a noite inteira ao redor dele que só piorava cada vez mais, a nossa esperança era que quando amanhecesse o dia e começasse esquentar ele melhorasse, mas que nada, continuou mal durante todo o dia e começa a segunda noite: a situação era preocupante - tivemos medo de que morresse, tembém o Renato. Permanessíamos o dois ao redor dele - nem a Goreti queria deixá-lo só comigo, nem eu queria deixá-lo só com ela. O clima era péssimo dentro do hospital: muito frio, muitos pacientes com problemas respiratórios, muitas pessoas com problemas de vômitos e diarréia, a todo instante víamos pessoas vomitando; médicos e enfermeiras nervosos - surgiu até mesmo desentendimentos lá. Não tínhamos alí condições nem mesmo para orar, até que de repente, apareceram duas visitas para nós (duas freiras da nossa comunidade). Dixei as com a Goreti e me afastei por uns duzentos metros daquele hospital, para rezar o terço e pedir a intercessão de Nossa Senhora na solução daquele grande problema que ora enfrentavamos: medo de ficar sem o filho único. Naquele momento sentí muito forte uma mensagem da Mãe celeste: Pegue o seu filho e vai para casa, não tenha medo, ele não vai morrer. De imediato falei com a médica: dê alta para o meu filho, vou para casa com ele. Naquele momento Nossa Senhora tocou no coração da médica: ela sem sequer me disse uma palavra, assinou a alta me entregou, e me disse que avisasse a enfermeira para tirá-lo do soro. Esta sim, disse: Esta criança não deveria estar de alta, ainda esta muito cansadinha, a Goreti também concordou, mas eu disse a elas: não se preocupem, é vontade de Deus que ele ganhe alta, mesmos assim. Qunado íamos saindo do hospital Deus já havia preparado uma "carona" - um vizinho estava lá de carro, vimos nisso uma providencia divina. Chegando em casa, entrei em um quarto para orar, disse a Nossa Senhora: a Senhora me disse para vir embora com o Renato, estamos aqui. O que devo fazer agora pela recuperação dele? A resposta veio de imediato: ouvi a minha sogra dizer de um medicamento caseiro, e me lembrei de que aquele medicamento realmente o havia tirado de uma grande crise e uma outra vez anterior. Providenciamos tal medicamento e dentro de poucos minutos após te-lo tomado, ele expectorou bastante e teve recuperação imediata, para nossa alegria e alívio, e para grande HONRA E GLÓRIA DO TODO PODEROSO, QUE PELA INTERCESSÃO DA VIRGEM MÃE, VEIO EM NOSSO SOCORRO. Amém!